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	<title>2021 &#8211; AGIC</title>
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	<description>Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo</description>
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	<title>2021 &#8211; AGIC</title>
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		<title>Monumento Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 10:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios na Serra de Aire comemora este ano o 27º aniversário da Descoberta da Jazida de&#160;Icnofósseis, estando prevista uma iniciativa&#160;dedicada aos profissionais ligados ao turismo&#160;para a qual está convidado(a) para comparecer no próximo&#160;dia 04 de julho.&#160;Assim, gostaríamos que neste dia estivesse presente nas instalações do Monumento Natural das Pegadas...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios na Serra de Aire comemora este ano o 27º aniversário da Descoberta da Jazida de&nbsp;Icnofósseis, estando prevista uma iniciativa&nbsp;dedicada aos profissionais ligados ao turismo&nbsp;para a qual está convidado(a) para comparecer no próximo&nbsp;dia 04 de julho.&nbsp;Assim, gostaríamos que neste dia estivesse presente nas instalações do Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios na Serra de Aire entre as&nbsp;9h30 e 10h00, local onde daremos início ao programa definido para realizar as visitas conforme os locais identificados, estando previsto o final das atividades entre as 19h00 e as 20h00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por coincidência, também no dia 4 de julho a Casa do Administrador celebra o 12º aniversário.&nbsp;Em relação às deslocações entre os locais a visitar será disponibilizado o transporte e além dos transfers há a oferta do almoço.&nbsp;O Monumento Natural&nbsp;fica situado no extremo oriental da&nbsp;Serra de Aire, a 10Km de Fátima e a 15km de Torres Novas, na povoação do Bairro.As coordenadas GPS são: 39º34&#8217;21.94&#8221;N e 8º35&#8217;19.30&#8221;W&nbsp;</p>
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		<title>B-MAD, Berardo – Museu Arte Deco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 14:32:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste espaço podem ser admiradas várias obras da Coleção Berardo, que ilustram os movimentos&#160;Arts and Crafts, Arte Nova e Arte Deco. Num esforço de preservação do edificado, foram criados ambientes de época, dando ao visitante a possibilidade de admirar os estilos num contexto residencial citadino. A musealização contemporânea, colocou em evidência as obras e os...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Neste espaço podem ser admiradas várias obras da Coleção Berardo, que ilustram os movimentos&nbsp;<em>Arts and Crafts</em>, Arte Nova e Arte Deco. Num esforço de preservação do edificado, foram criados ambientes de época, dando ao visitante a possibilidade de admirar os estilos num contexto residencial citadino. A musealização contemporânea, colocou em evidência as obras e os seus ilustres criadores, eximiamente representados na Coleção, como Jacques-Émile Ruhlmann, Alfred Porteneuve, Jean-Michel Frank, Jacques Adnet, René Lalique e Jules Leleu. A presença portuguesa faz-se sentir pelo renomado escultor Ernesto Canto da Maya e pelo artista plástico Eloy de Jesus Pereira, juntamente com os desenhos originais de Ruhlmann para a Casa de Serralves e parte do acervo de desenhos de pratas da Antiga Ourivesaria Reis e Filhos, numa homenagem ao Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.bmad.pt/" target="_blank" rel="noopener">http://www.bmad.pt/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Indicadores macroeconómicos</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/indicadores-macroeconomicos-uma-visao-sobre-o-presente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=indicadores-macroeconomicos-uma-visao-sobre-o-presente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 11:19:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sinopse da formação: A formação &#8220;Indicadores macroeconómicos: uma visão sobre o presente&#8221; pretende dotar os participantes de um conjunto de dados e perspetivas macroeconómicas sobre a economia nacional. Far-se-á uma resenha do passado recente e dos indicadores atuais mais relevantes que caracterizam a economia portuguesa e que alimentam o interesse de quem visita o país....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse da formação:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação &#8220;Indicadores macroeconómicos: uma visão sobre o presente&#8221; pretende dotar os participantes de um conjunto de dados e perspetivas macroeconómicas sobre a economia nacional. Far-se-á uma resenha do passado recente e dos indicadores atuais mais relevantes que caracterizam a economia portuguesa e que alimentam o interesse de quem visita o país. O turista investe na economia local e nacional durante a sua estadia e poderá tornar-se um investidor de longo-prazo, pelo que procuraremos dotar os profissionais de materiais relevantes neste âmbito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Voz e saúde vocal</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/voz-e-saude-vocal-para-os-profissionais-do-turismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voz-e-saude-vocal-para-os-profissionais-do-turismo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 10:06:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A IMPORTÂNCIA DA VOZ SAUDÁVEL A comunicação é o caminho para a compreensão entre a humanidade. O bom comunicador exerce papel transformador. A força legítima da voz é capaz de promover e multiplicar mudanças. É capaz de cativar a atenção de qualquer ouvinte e de tornar mais emocionante qualquer roteiro. Entretanto, se não for bem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A IMPORTÂNCIA DA VOZ SAUDÁVEL</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunicação é o caminho para a compreensão entre a humanidade. O bom comunicador exerce papel transformador. A força legítima da voz é capaz de promover e multiplicar mudanças. É capaz de cativar a atenção de qualquer ouvinte e de tornar mais emocionante qualquer roteiro. Entretanto, se não for bem cuidado esse importante instrumento de trabalho, a sua voz, pode ficar comprometida, enferma, a ponto de perdê-la totalmente em situações crónicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMA</strong><br>1. Apresentação&nbsp;<br>2. Voz (Respiração, Anatomofisiologia da Voz)&nbsp;<br>3. Expressividade da Voz (Elementos da Voz)&nbsp;<br>4. Higiene Vocal&nbsp;<br>5. Saúde Vocal&nbsp;<br>6. Conclusão&nbsp;</p>



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		<item>
		<title>Raul Lino: Do arquivo ao edificado</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/raul-lino-do-arquivo-ao-edificado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=raul-lino-do-arquivo-ao-edificado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 09:57:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Projetos e obras-chave Inovador e tradicionalista, polémico, admirado por uns, incompreendido por outros,&#160;Raul&#160;Lino&#160;(1879-1974) é, incontestavelmente, um dos mais extraordinários arquitetos portugueses do século XX, responsável pela imagem da Casa Portuguesa. Autor de uma vasta e multifacetada obra, Paulo Batista apresenta-nos o singular percurso de vida e a significativa produção escrita deste arquiteto, a par dos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Projetos e obras-chave</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inovador e tradicionalista, polémico, admirado por uns, incompreendido por outros,&nbsp;Raul&nbsp;Lino&nbsp;(1879-1974) é, incontestavelmente, um dos mais extraordinários arquitetos portugueses do século XX, responsável pela imagem da Casa Portuguesa. Autor de uma vasta e multifacetada obra, Paulo Batista apresenta-nos o singular percurso de vida e a significativa produção escrita deste arquiteto, a par dos seus projetos e obras-chave mais icónicos, maioritariamente localizados na região de Lisboa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Máscaras de Lazarim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 11:38:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SINOPSE«As atuais máscaras de Lazarim são herdeiras de uma tradição secular que se viu reprimida pelos escrúpulos dos poderes religiosos e públicos no tempo da ditadura. Lazarim é uma terra de homens ligados ao trabalho da madeira. Nela tem tradição a existência de carpinteiros, marceneiros, entalhadores, tanoeiros e especialistas em engenhos de moinhos.&#160; As máscaras...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>SINOPSE<br></strong><br>«As atuais máscaras de Lazarim são herdeiras de uma tradição secular que se viu reprimida pelos escrúpulos dos poderes religiosos e públicos no tempo da ditadura. Lazarim é uma terra de homens ligados ao trabalho da madeira. Nela tem tradição a existência de carpinteiros, marceneiros, entalhadores, tanoeiros e especialistas em engenhos de moinhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As máscaras de Lazarim, hoje em dia, destacam-se pela expressividade dos seus contornos, quer tenham figuras zoomórficas quer apresentem caraterísticas antropomórficas. A sua plasticidade, a elegância dos seus traços quer tratem o “diabo” ou a “senhorinha”, tornam-nas verdadeiramente num caso peculiar no contexto da arte popular destinada a representar as diversas manifestações dos entrudos populares do nosso país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As máscaras de Lazarim tornaram-se requisitadas pelo interesse de muitos artistas e galeristas de todas as latitudes e motivo de estudo de investigadores das áreas da antropologia e etnografia. Encontram-se, mesmo, espalhadas pelo Mundo, desde o Japão ao Canadá.»</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>PROGRAMA:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – “O Entrudo de Lazarim no Contexto das Festividades de Inverno”</p>



<p class="wp-block-paragraph">PATRÍCIA&nbsp;CORDEIRO</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Socióloga,&nbsp;investigadora do MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação – Bragança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Coordenadora Científica da Candidatura&nbsp;dos Caretos&nbsp;de Podence&nbsp;a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h30 – “O Entrudo de Lazarim – Expressão cultural de uma Comunidade”</p>



<p class="wp-block-paragraph">AMÂNDIO RUA</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Ex-presidente da Junta da Vila de Lazarim;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Guardador de memórias, curador dos hábitos culturais das gentes de Lazarim;<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">16h – “A Máscara de Lazarim – Contributos para o seu estudo e caraterização”</p>



<p class="wp-block-paragraph">PAULO BARRADAS</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Coordenador do CIMI – Centro Interpretativo da Máscara Ibérica;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Responsável pela inventariação e catalogação das Máscaras de Lazarim;<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">16h30 – “A Máscara nas mãos do artesão”</p>



<p class="wp-block-paragraph">MANUEL PEREIRA</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Artesão das Máscaras e Lazarim;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Membro ativo do Grupo de Caretos de Lazarim.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vida e obra do arquiteto José Luiz Monteiro</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/vida-e-obra-do-arquiteto-jose-luiz-monteiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vida-e-obra-do-arquiteto-jose-luiz-monteiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 11:33:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sinopse da formação:&#160;Nascido em Lisboa, na freguesia de São José, a 25 de outubro de 1848, José Luiz Monteiro, também conhecido por Mestre dos Mestres, nas palavras de Porfírio Pardal Monteiro, tem tanto de significativo para a arquitetura portuguesa, quanto de desconhecido do grande público, pelo que esta formação tem como objetivo apresentar uma retrospetiva...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse da formação:</strong>&nbsp;<br>Nascido em Lisboa, na freguesia de São José, a 25 de outubro de 1848, José Luiz Monteiro, também conhecido por Mestre dos Mestres, nas palavras de Porfírio Pardal Monteiro, tem tanto de significativo para a arquitetura portuguesa, quanto de desconhecido do grande público, pelo que esta formação tem como objetivo apresentar uma retrospetiva da sua notável vida e obra.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Do turismo negro ao Turismo cemiterial</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/do-turismo-negro-ao-turismo-cemiterial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=do-turismo-negro-ao-turismo-cemiterial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 11:29:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO&#160; O Turismo, quer internacionalmente, quer no que diz respeito a Portugal, continua a alargar-se cada vez mais no seu âmbito. Aquilo que eram nichos claramente residuais há alguns anos, são hoje vertentes turísticas em crescimento mais acelerado que o do próprio Turismo à escala mundial. Entre estes nichos, destacam-se o Turismo Negro...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO&nbsp;<br><br></strong>O Turismo, quer internacionalmente, quer no que diz respeito a Portugal, continua a alargar-se cada vez mais no seu âmbito. Aquilo que eram nichos claramente residuais há alguns anos, são hoje vertentes turísticas em crescimento mais acelerado que o do próprio Turismo à escala mundial. Entre estes nichos, destacam-se o Turismo Negro e o Turismo Cemiterial. Actualmente, é frequente encontrarmos cidades com oferta de diferentes produtos turísticos em que se apela ao macabro, ao bizarro, ao misterioso, ou ao assombrado. Além disso, monumentos e sítios ligados a conhecidos eventos sangrentos ou traumatizantes passaram a ter um público cada vez mais abrangente. Há cemitérios destacados nos itinerários urbanos de cidades que, durante décadas, viveram sobretudo de outros produtos turísticos. Localidades existem em que o cemitério tornou-se já o seu principal activo turístico. Embora possam ser catalogados como sub-produtos do Turismo Cultural, o Turismo Negro e o Turismo Cemiterial não só não são uma mesma coisa, como assumem características muito próprias, às quais as entidades detentoras dos respectivos monumentos e sítios, e os próprios operadores turísticos, têm tentado adaptar-se. Porém, há ainda muito por fazer e um potencial enorme por aproveitar. Neste curso livre &#8211; que foi o primeiro do género a ser realizado em Portugal e um dos primeiros no mundo &#8211; dois reconhecidos especialistas abordam o Turismo Negro e o Turismo Cemiterial numa perspectiva teórico-prática. A formação foi concebida para responsáveis por valores patrimoniais e/ou atracções turísticas com ligações à morte e ao sofrimento, responsáveis por cemitérios históricos, operadores e guias turísticos em geral, estudantes e investigadores na área do Turismo, bem como outros eventuais interessados.<br><strong><br>PROGRAMA RESUMIDO</strong><br>Turismo Negro &#8211; especificidades e atracções (nacionais e internacionais)&nbsp;<br>Turismo Negro &#8211; papel social, questões éticas e políticas&nbsp;<br>Turismo Cemiterial &#8211; sua origem, evolução, e situação actual (a nível nacional e internacional)&nbsp;<br>Turismo Cemiterial &#8211; sítios portugueses com maior potencial e público-alvo&nbsp;<br>Turismo Cemiterial &#8211; análise SWOT&nbsp;<br>Turismo Cemiterial &#8211; aspectos a ter em conta no planeamento e realização de visitas guiadas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMA DETALHADO<br></strong><br>Módulo 1 – Turismo Negro (Belmira Coutinho</p>



<p class="wp-block-paragraph">1.1 Turismo Negro – reflexões teóricas&nbsp;<br>&#8211; Perspectivas de abordagem conceptual: procura vs oferta, motivação vs atracção, propostas integradas.&nbsp;<br>&#8211; Complexidade e especificidade do Turismo Negro: espectro de atracções, universalidade vs localidade da morte e do sofrimento.&nbsp;<br>&#8211; Turismo Negro como lugar de tensões&nbsp;<br>1.2 Turismo Negro – implicações para a prática turística&nbsp;<br>&#8211; Considerações éticas e culturais&nbsp;<br>&#8211; Marketing e gestão de destinos e atracções turísticas&nbsp;<br>&#8211; O papel fundamental da interpretação&nbsp;<br>&#8211; Exercício de aplicação à prática individual</p>



<p class="wp-block-paragraph">Módulo 2 &#8211; Turismo Cemiterial (Francisco Queiroz)</p>



<p class="wp-block-paragraph">2.1 Turismo Cemiterial: a teoria&nbsp;<br>&#8211; Quando começaram os cemitérios a ser destinos turísticos e porquê. Cemitério histórico = lugar de deposição de restos mortais + espaço de visita e passeio + lugar musealizado ou musealizável (no todo ou em parte).<br>&#8211; Como se processou a evolução do turismo cemiterial até à actualidade.&nbsp;<br>&#8211; Qual o ponto da situação do Turismo Cemiterial no mundo (o que tem sido feito nos últimos anos, e onde, quais as propostas mais inovadoras).&nbsp;<br>&#8211; Turismo Cemiterial em Portugal &#8211; cemitérios com maior potencial e público(s)-alvo.&nbsp;<br>&#8211; Análise SWOT do Turismo Cemiterial (vantagens e desvantagens, possibilidades e riscos)&nbsp;<br>2.2 Turismo Cemiterial: a prática&nbsp;<br>Notas sobre como deve ser conduzida uma visita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O quotidiano monástico cisterciense.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 10:11:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Formação CULTURA AGIC- Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo, IEM &#8211; Instituto de Estudos Medievais da NOVA FCSH, Projecto Horizontes Cistercienses (PTDC/ART-HIS/29522/2017) e Mosteiro de Alcobaça DGPC. O Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o projecto Horizontes Cistercienses, a Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Formação CULTURA AGIC- Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo, IEM &#8211; Instituto de Estudos Medievais da NOVA FCSH, Projecto Horizontes Cistercienses (PTDC/ART-HIS/29522/2017) e Mosteiro de Alcobaça DGPC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o projecto Horizontes Cistercienses, a Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo e o Mosteiro de Alcobaça /DGPC propõem um curso destinado a guias intérpretes, intitulado &#8220;O quotidiano monástico cisterciense. Séculos XII – XVI&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal objetivo é dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam interpretar e contextualizar as vivências do quotidiano dos mosteiros cistercienses portugueses, masculinos e femininos, nomeadamente a partir de Alcobaça, da sua relação com o território e com os poderes que nele(s) se cruzam e sob cuja protecção florescem durante a Idade Média. Serão abordados aspetos relacionados com o quotidiano das comunidades cistercienses, a liturgia e a sua&nbsp;<em>performance</em>, bem como os livros iluminados produzidos no&nbsp;<em>scriptorium</em>&nbsp;de Alcobaça e também das vivências das comunidades monásticas femininas. As sessões diárias, num total de onze intervenções, ao longo de duas semanas, contam com o contributo de diversos investigadores, especialistas no tema, que partilharão o seu conhecimento e a sua experiência com os participantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Programa</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong>Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2021 | 16h00-17h30Ana Pagará, Directora do Mosteiro de Alcobaça e Direcção do Instituto de Estudos Medievais,&nbsp;<strong><em>Abertura</em></strong>João Luís Fontes,<em><strong>&nbsp;São Bento, o monaquismo e o nascimento de Cister.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2021 | 17h00-18h00Mário Farelo,&nbsp;<em><strong>O processo de fundação de Alcobaça e a consagração da igreja.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Paulo Lopes,&nbsp;<strong><em>Viver no Mosteiro I: os abades de Alcobaça: responsabilidade e poder.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Catarina Fernandes Barreira,&nbsp;<strong><em>Viver no Mosteiro II: noviços, monges e conversos.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Catarina Fernandes Barreira,&nbsp;<em><strong>Os espaços do Mosteiro e a sua função litúrgica.</strong></em>&nbsp;Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Zuelma Chaves,&nbsp;<em><strong>Cantar nos mosteiros.&nbsp;</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2021 | 15h30-17h30Mário Farelo e Catarina Fernandes Barreira,&nbsp;<em><strong>Cartórios monásticos e scriptoria.</strong></em>Catarina Miguel,&nbsp;<em><strong>Os pigmentos usados para iluminar livros</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Catarina Fernandes Barreira,&nbsp;<em><strong>Bibliotecas e livros.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Luís Rêpas,&nbsp;<em><strong>Viver no Mosteiro III: as mulheres de Arouca e Cós. Abadessas, monjas e noviças.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2021 | 16h30-17h30Luís Rêpas,&nbsp;<strong><em>Viver no Mosteiro IV: mitos e realidades da reclusão feminina (entre a normativa e a prática).&nbsp;</em></strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Parceiros:</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Iem:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://iem.fcsh.unl.pt/" target="_blank">https://iem.fcsh.unl.pt/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Projecto Horizontes Cistercienses:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://cistercianhorizons.fcsh.unl.pt/" target="_blank">http://cistercianhorizons.fcsh.unl.pt/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">FCT:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.fct.pt/" target="_blank">https://www.fct.pt/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mosteiro de Alcobaça:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.mosteiroalcobaca.gov.pt/pt/index.php" target="_blank">http://www.mosteiroalcobaca.gov.pt/pt/index.php</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">BNP:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.bnportugal.gov.pt/" target="_blank">http://www.bnportugal.gov.pt/</a></p>
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		<title>Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 13:39:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sinopse da Formação: A Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz é um produto focado no turismo industrial que nasceu no contexto académico e depois foi implementado no terreno na zona geográfica do Anticlinal dos Mármore que corresponde aos concelhos de Borba, Estremoz e Vila Viçosa. Tratando-se de um produto de animação turística, trata-se em...</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse da Formação:<br><br></strong>A Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz é um produto focado no turismo industrial que nasceu no contexto académico e depois foi implementado no terreno na zona geográfica do Anticlinal dos Mármore que corresponde aos concelhos de Borba, Estremoz e Vila Viçosa. Tratando-se de um produto de animação turística, trata-se em simultâneo de um mecanismo de promoção e divulgação de um património, a pedra mármore, que tem um forte impacto para toda a região e respectivas comunidades em vários aspectos da vida social, laboral e económica da região. Realizamos visitas aos lugares industriais do mármores mas também aos diferentes patrimónios edificados com utilização do mármore.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oradores:</strong><br>1.&nbsp;Carlos Filipe: Doutorando em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Mestre em História, Moderna e Contemporânea. Membro fundador da Associação de Estudos de Cultura, História, Artes e Patrimónios. São suas áreas de interesse: História da Arte, História da Arquitectura e Construção, Património Religioso, História da Indústria das Rochas Ornamentais, Arqueologia Industrial e Ciências da Documentação.&nbsp;<br>2.&nbsp;Ricardo Hipólito:&nbsp;É licenciado em História (2007) e Mestre em História Moderna e Contemporânea (2014). É investigador da Associação Património Histórico desde 2014. Membro fundador da Associação de Estudos de Cultura, História, Artes e Patrimónios. As suas áreas de interesse são a História Contemporânea, História do Turismo, História Urbana e História do Património.</p>
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