O projeto do Museu de Serralves, da autoria do arquiteto Álvaro Siza, teve início em 1991. Em 1999, foi inaugurado o novo edifício, harmoniosamente integrado na envolvente urbana e nos espaços preexistentes dos jardins, do Parque e da Casa de Serralves. Além das exposições patentes, o visitante do Museu de Serralves descobre as particularidades dos espaços que compõem esta obra arquitetónica dotada da versatilidade e capacidade de transformação indispensáveis para dar resposta à diversidade e à imprevisibilidade da arte contemporânea aqui exposta. O Parque de Serralves tem 18 hectares e é composto por uma grande diversidade de magníficos espaços harmoniosamente interligados: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber nos anos 30 do século XX, é uma referência singular no património da paisagem em Portugal. Uma visita ao Parque, seja através da participação numa atividade programada ou num passeio livre em qualquer um dos seus circuitos com diferentes percursos e durações, é uma oportunidade privilegiada para estar em contacto com a natureza e apreciar a diversidade do seu património arbóreo e arbustivo. Além disso, os jardins e o Parque são também cenário museográfico: numa visita ao Parque pode conhecer esculturas que são obras da Coleção da Fundação de Serralves expostas em permanência.
Visitar a Casa de Serralves é fazer uma viagem no tempo: este exemplar único da arquitetura Art Déco remonta aos anos 30 do século XX. Com grande rigor decorativo e qualidade de materiais, a Casa teve a intervenção de nomes significativos da época como Marques da Silva, Charles Siclis, Jacques Émile Ruhlmann, René Lalique e Edgar Brandt.
Sugestão para os sócios que vêm de outras zonas do país: Passe Ferroviário Verde