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	<title>2020 &#8211; AGIC</title>
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	<description>Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo</description>
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	<title>2020 &#8211; AGIC</title>
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		<title>Aldeias Históricas de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 10:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Aldeias Históricas de Portugal foi lançado pelo governo no início da década de 1990, tendo avançado, em 1995, para o terreno com a recuperação de 10 centros urbanos e alargado, em 2003, para mais dois centros históricos, ficando constituídos pelas localidades de Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O projeto Aldeias Históricas de Portugal foi lançado pelo governo no início da década de 1990, tendo avançado, em 1995, para o terreno com a recuperação de 10 centros urbanos e alargado, em 2003, para mais dois centros históricos, ficando constituídos pelas localidades de Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piodão, Sortelha, Trancoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas elas, com excepção de Piodão, estão concentradas entre o castelo e muralhas, tornando-se paradigmático da importância que a arquitetura militar e o Turismo Histórico Militar têm em Portugal. Objetivamente, procurou desenvolver-se um Turismo de Memórias e Autenticidade, associados à gastronomia, percursos naturais, entre outros, tendo como eixo principal revalorizar o património e proporcionar qualidade aos residentes, atraindo novos povoadores às regiões em estado de despovoamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi um projeto inovador e catalisador de novos conceitos para a recuperação patrimonial em Portugal, desenvolvendo-se, a partir deste género identitário, novos projetos turísticos, como as Aldeias de Xisto, Aldeias Vinhateiras, Aldeias com Castelo, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos, numa abordagem por quem participou diretamente na génese deste processo turístico, analisar conteúdos, sua evolução e objetivos, tornando-se em Portugal um novo paradigma de recuperar o património, evocando memórias e autenticidade como atração para o turismo e lazer.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografia recomendada&nbsp;</strong>(as obras indicadas não dispensam leituras complementares para cada módulo)</p>



<p class="wp-block-paragraph">BOIÇA, Joaquim, et alii,&nbsp;<em>As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais</em>. Lisboa: Quetzal, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Almeida</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Castelo Mendo</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Guaritas: Arte e Engenho</em>. Lisboa: By the Book, 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios e Casas Nobres de Almeida e Ciudad Rodrigo</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Museus do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Santo António Militar</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CARITA, Rui,&nbsp;<em>Escudo do Reino, a Fortaleza de S. Julião da Barra</em>. Lisboa: Ministério Defesa Nacional, 2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DARMAS, Duarte,&nbsp;<em>Livro das Fortalezas</em>&nbsp;(reedição). Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DUARTE, António Paulo David,&nbsp;<em>As Linhas de Elvas, 1659</em>. Lisboa: Tribuna da História, 2003.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FALHAS, Susana,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal: Guia Turístico</em>. Lisboa: Olho de Turista, 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GARCIA. José Manuel,&nbsp;<em>A Magnífica Torre de Belém, 500 Anos</em>. Lisboa: Verso da História, 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Beira</em>. Lisboa: IPPAR, 1996.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Trás-os-Montes</em>. Lisboa: IPPAR, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">INATEL (vários autores),&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INATEL, 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JESUÍNO, Rui,&nbsp;<em>Elvas Antiga</em>. Elvas: Booksfactory, 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">RAMALHO, Margarida Magalhães,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SILVA, Custodio Vieira da,&nbsp;<em>Paços Medievais Portugueses</em>. Lisboa: DGPC, 1995.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Vários Autores, <em>Évora e Elvas: Roteiro Turístico do Património Mundial</em>. Porto: Porto Editora, 2016.</p>
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		<title>Castelos, Museus e Animação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 10:43:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal é, no contexto europeu, um reino fortemente caracterizado pelo poder real face ao poder senhorial, motivo pelo qual os castelos portugueses dependiam do monarca, sendo entregues à nobreza para exercerem uma função defensiva/ofensiva, mas sempre dependentes da centralidade régia. Este é o motivo principal pelo qual os castelos portugueses não são privados, como noutros...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Portugal é, no contexto europeu, um reino fortemente caracterizado pelo poder real face ao poder senhorial, motivo pelo qual os castelos portugueses dependiam do monarca, sendo entregues à nobreza para exercerem uma função defensiva/ofensiva, mas sempre dependentes da centralidade régia. Este é o motivo principal pelo qual os castelos portugueses não são privados, como noutros países, salvo raras excepções, constituindo-se como um sistema endémico adaptados ao terreno, protegendo centros urbanos que à sua volta foram crescendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da guerra a paz transformou suas funções, perpetuando na memória conflitos contra mouros, castelhanos e franceses, evocados, no presente, em inúmeras manifestações, sob feiras e mercados intemporais, com destaque para as instalações de Museus Militares, Museus Histórico Militares e Coleções, assim como se constituem como cenários autênticos para recriações, espetáculos e animação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No presente é possível visitar inúmeros equipamentos que tiveram funções defensivas, devotados para serviços culturais e de lazer. Vamos apresentar estudos de caso emblemáticos de sucesso cultural e turístico nacional, integrados numa linha programática onde a portugalidade se explana nos castelos ao serviço do Turismo Histórico Militar.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografia recomendada&nbsp;</strong>(as obras indicadas não dispensam leituras complementares para cada módulo)</p>



<p class="wp-block-paragraph">BOIÇA, Joaquim, et alii,&nbsp;<em>As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais</em>. Lisboa: Quetzal, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Almeida</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Castelo Mendo</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Guaritas: Arte e Engenho</em>. Lisboa: By the Book, 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios e Casas Nobres de Almeida e Ciudad Rodrigo</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Museus do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Santo António Militar</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CARITA, Rui,&nbsp;<em>Escudo do Reino, a Fortaleza de S. Julião da Barra</em>. Lisboa: Ministério Defesa Nacional, 2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DARMAS, Duarte,&nbsp;<em>Livro das Fortalezas</em>&nbsp;(reedição). Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DUARTE, António Paulo David,&nbsp;<em>As Linhas de Elvas, 1659</em>. Lisboa: Tribuna da História, 2003.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FALHAS, Susana,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal: Guia Turístico</em>. Lisboa: Olho de Turista, 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GARCIA. José Manuel,&nbsp;<em>A Magnífica Torre de Belém, 500 Anos</em>. Lisboa: Verso da História, 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Beira</em>. Lisboa: IPPAR, 1996.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Trás-os-Montes</em>. Lisboa: IPPAR, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">INATEL (vários autores),&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INATEL, 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JESUÍNO, Rui,&nbsp;<em>Elvas Antiga</em>. Elvas: Booksfactory, 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">RAMALHO, Margarida Magalhães,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SILVA, Custodio Vieira da,&nbsp;<em>Paços Medievais Portugueses</em>. Lisboa: DGPC, 1995.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Vários Autores, <em>Évora e Elvas: Roteiro Turístico do Património Mundial</em>. Porto: Porto Editora, 2016.</p>
<p>&lt;p&gt;The post <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com/formacao/castelos-museus-e-animacao/">Castelos, Museus e Animação</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com">AGIC</a>.&lt;/p&gt;</p>
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		<item>
		<title>As histórias e curiosidades das 25 árvores de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 09:55:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante um tour de Lisboa quantas vezes nos perguntam o nome daquela árvore na Praça X ou Rua Y que tinha florzinhas amarelas? E nós, com o nome debaixo da língua (muitas vezes não está lá mesmo!!) não nos conseguimos lembrar? Identificar plantas consegue-se com a observação constante ao longo das 4 estações. Algumas espécies...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante um tour de Lisboa quantas vezes nos perguntam o nome daquela árvore na Praça X ou Rua Y que tinha florzinhas amarelas? E nós, com o nome debaixo da língua (muitas vezes não está lá mesmo!!) não nos conseguimos lembrar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Identificar plantas consegue-se com a observação constante ao longo das 4 estações. Algumas espécies identificam-se pelo fruto, outras pela flor, outras pela forma peculiar, ou pelo tronco. Por exemplo, no inverno mesmo sem folhas, identifica-se facilmente o Freixo pelo tronco. Por outro lado a Tipuana tipo e a Robinia pseudoacacia têm folhas tão parecidas que precisam de florescer ou frutificar para se distinguirem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tour HD em autocarro consiste numa panorâmica passando pelas avenidas principais de Lisboa, observando e identificando as árvores dos arruamentos, assim como breves passeios para conhecer algumas Arvores Classificadas de Interesse Publico e outras plantas exóticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo deste tour é saberem identificar pelo menos 25 espécies comuns em Lisboa.</p>
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		<item>
		<title>Fortalezas da fronteira, da raia seca ao litoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 09:40:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a fundação da nacionalidade portuguesa, em 1143, que um dos objetivos régios foi dotar a fronteira com construções defensivas, quer de cariz medieval, quer de transição, quer ainda abaluartada, motivo pelo qual Portugal está humanizado com uma paisagem de castelos, atalaias, fortalezas e redutos. A par destas construções as igrejas cumpriam, muitas vezes, estas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde a fundação da nacionalidade portuguesa, em 1143, que um dos objetivos régios foi dotar a fronteira com construções defensivas, quer de cariz medieval, quer de transição, quer ainda abaluartada, motivo pelo qual Portugal está humanizado com uma paisagem de castelos, atalaias, fortalezas e redutos. A par destas construções as igrejas cumpriam, muitas vezes, estas mesmas funções defensivas, tornando-se as fortalezas da raia seca e litoral um excelente porto de abrigo para a população, durante os diversos conflitos entre os reinos ibéricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No presente, as fortalezas da raia constituem-se como elos patrimoniais cada vez mais procurados para a interação turística, potenciando-se a recuperação do património para valorização temática, a candidatar a um reconhecimento internacional pela UNESCO, da qual as muralhas de Évora e de Elvas já integram a prestigiada listagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não só do lado português como do lado espanhol, as fortalezas da raia constituem-se elementos catalisadores de grandes fluxos turísticos, criando eixos patrimoniais em grande expansão, podendo centrar em quatro fortalezas principais novos roteiros a potenciar: Elvas, no Alentejo, Almeida, na Beira, Valença do Minho, a norte, e Peniche no litoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos, além destas grandes fortalezas nacionais, complementar conteúdos com outras importantes construções defensivas, quer em Portugal, quer em Espanha, onde a ideologia da guerra do passado se torna um produto económico no presente.&nbsp;<br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografia recomendada&nbsp;</strong>(as obras indicadas não dispensam leituras complementares para cada módulo)</p>



<p class="wp-block-paragraph">BOIÇA, Joaquim, et alii,&nbsp;<em>As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais</em>. Lisboa: Quetzal, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Almeida</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Castelo Mendo</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Guaritas: Arte e Engenho</em>. Lisboa: By the Book, 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios e Casas Nobres de Almeida e Ciudad Rodrigo</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Museus do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Santo António Militar</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CARITA, Rui,&nbsp;<em>Escudo do Reino, a Fortaleza de S. Julião da Barra</em>. Lisboa: Ministério Defesa Nacional, 2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DARMAS, Duarte,&nbsp;<em>Livro das Fortalezas</em>&nbsp;(reedição). Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DUARTE, António Paulo David,&nbsp;<em>As Linhas de Elvas, 1659</em>. Lisboa: Tribuna da História, 2003.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FALHAS, Susana,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal: Guia Turístico</em>. Lisboa: Olho de Turista, 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GARCIA. José Manuel,&nbsp;<em>A Magnífica Torre de Belém, 500 Anos</em>. Lisboa: Verso da História, 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Beira</em>. Lisboa: IPPAR, 1996.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Trás-os-Montes</em>. Lisboa: IPPAR, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">INATEL (vários autores),&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INATEL, 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JESUÍNO, Rui,&nbsp;<em>Elvas Antiga</em>. Elvas: Booksfactory, 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">RAMALHO, Margarida Magalhães,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SILVA, Custodio Vieira da,&nbsp;<em>Paços Medievais Portugueses</em>. Lisboa: DGPC, 1995.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vários Autores,&nbsp;<em>Évora e Elvas: Roteiro Turístico do Património Mundial</em>. Porto: Porto Editora, 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>&lt;p&gt;The post <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com/formacao/fortalezas-da-fronteira-da-raia-seca-ao-litoral/">Fortalezas da fronteira, da raia seca ao litoral</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com">AGIC</a>.&lt;/p&gt;</p>
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		<item>
		<title>Fortificações da Linha</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/fortificacoes-da-linha/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fortificacoes-da-linha</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 09:37:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a instalação da corte em Lisboa, nos primórdios da nacionalidade, que uma das preocupações régias foi a defesa da entrada do rio Tejo, não só contra invasores como contra atos de pirataria provenientes do Norte de África. Cedo começaram a ser construídas linhas defensivas, alicerçadas no saber teórico e técnico dos arquitetos, dos pedreiros...</p>
<p>&lt;p&gt;The post <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com/formacao/fortificacoes-da-linha/">Fortificações da Linha</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://agicportugal.com">AGIC</a>.&lt;/p&gt;</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde a instalação da corte em Lisboa, nos primórdios da nacionalidade, que uma das preocupações régias foi a defesa da entrada do rio Tejo, não só contra invasores como contra atos de pirataria provenientes do Norte de África. Cedo começaram a ser construídas linhas defensivas, alicerçadas no saber teórico e técnico dos arquitetos, dos pedreiros e dos engenheiros militares portugueses, contribuindo para a formação de uma das principais escolas da arte de edificar fortalezas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rei D. Manuel I (1469-1521) mandou construir uma das primeiras obras de arte fortificadas&nbsp;<em>à moderna</em>&nbsp;em Portugal, caracterizada põe ser uma torre de cariz medieval, voltada para terra, e um baluarte, para o rio. Tornou-se este elemento de transição, entre a arquitetura medieval e a arquitetura abaluartada, a grande referência modelar europeia a seguir noutros pontos defensivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o deflagrar das Guerras da Aclamação (1640-1668), novas fortificações foram edificadas, compreendendo uma estrutura defensiva constituída por uma Cidadela (Cascais), Fortaleza (S. Julião da Barra), Fortes, Redutos, Baterias, Torres e Atalaias, complementada por linha de Baterias Antiaéreas já século XX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje a classificação da Torre de S. Vicente (Belém) como Património UNESCO, abriu perspectivas para uma linha de fortificações a musealizar entre Belém e o Guincho, constituindo-se um programa patrimonial e cultural único e, quem sabe, a candidatar a Património UNESCO integral.<strong><br><br>Bibliografia recomendada&nbsp;</strong>(as obras indicadas não dispensam leituras complementares para cada módulo)</p>



<p class="wp-block-paragraph">BOIÇA, Joaquim, et alii,&nbsp;<em>As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais</em>. Lisboa: Quetzal, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Almeida</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Castelo Mendo</em>. Maia: CM Almeida, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Guaritas: Arte e Engenho</em>. Lisboa: By the Book, 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios e Casas Nobres de Almeida e Ciudad Rodrigo</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Palácios do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Museus do Exército</em>. Lisboa: By the Book, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">BORGES, Augusto Moutinho,&nbsp;<em>Santo António Militar</em>. Lisboa: By the Book, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CARITA, Rui,&nbsp;<em>Escudo do Reino, a Fortaleza de S. Julião da Barra</em>. Lisboa: Ministério Defesa Nacional, 2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DARMAS, Duarte,&nbsp;<em>Livro das Fortalezas</em>&nbsp;(reedição). Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DUARTE, António Paulo David,&nbsp;<em>As Linhas de Elvas, 1659</em>. Lisboa: Tribuna da História, 2003.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FALHAS, Susana,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal: Guia Turístico</em>. Lisboa: Olho de Turista, 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GARCIA. José Manuel,&nbsp;<em>A Magnífica Torre de Belém, 500 Anos</em>. Lisboa: Verso da História, 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Beira</em>. Lisboa: IPPAR, 1996.</p>



<p class="wp-block-paragraph">GOMES, Rita Costa.&nbsp;<em>Castelos da Raia: Trás-os-Montes</em>. Lisboa: IPPAR, 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">INATEL (vários autores),&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INATEL, 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JESUÍNO, Rui,&nbsp;<em>Elvas Antiga</em>. Elvas: Booksfactory, 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">RAMALHO, Margarida Magalhães,&nbsp;<em>Aldeias Históricas de Portugal</em>. Lisboa: INAPA, 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SILVA, Custodio Vieira da,&nbsp;<em>Paços Medievais Portugueses</em>. Lisboa: DGPC, 1995.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vários Autores,&nbsp;<em>Évora e Elvas: Roteiro Turístico do Património Mundial</em>. Porto: Porto Editora, 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A assistência médica em Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 10:04:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história da assistência em Coimbra tem mais de 900 anos. O mais antigo hospital que se conhece – Hospital de Milreu, junto à alcaçova – data de antes da nacionalidade e naturalmente não era em nada semelhante aos hospitais que atualmente conhecemos. Na Idade Média os hospitais eram lugares destinados a dar um teto...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A história da assistência em Coimbra tem mais de 900 anos. O mais antigo hospital que se conhece – Hospital de Milreu, junto à alcaçova – data de antes da nacionalidade e naturalmente não era em nada semelhante aos hospitais que atualmente conhecemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Idade Média os hospitais eram lugares destinados a dar um teto e a alimentar os mais necessitados, assim como os peregrinos de passagem. Tratavam de doenças do corpo e da alma. Os grandes alicerces da medicina medieval eram os ensinamentos de Galeno, de Rhazes e de Avicena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo em Coimbra o ensino da medicina e a forte presença de jesuítas e franciscanos primeiro e de judeus, posteriormente, fez com que ao longo da história de Portugal, aqui tivessem recebido ensinamentos de medicina muitas personalidades de grande dimensão nacional como mundial. São exemplos dessa dimensão São Frei Gil de Santarém que estudou filosofia e medicina no Mosteiro de Santa Cruz, Henrique de Cuellar, Affonso de Guevara, João Bravo Chamisso, José Correia Picanço; Físicos judeus de grande relevância como Pedro Nunes, Zacuto, Lusitano ou Jacob Sarmento, entre tantos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas Coimbra foi, desde a Fundação de Portugal até aos dias de hoje, o mais importante centro de prática da medicina do País. Os hospitais foram desde sempre importantes locais na prática da medicina e do ensino da medicina. Os pequenos hospitais da idade médica foram no Século XVI fundidos no Hospital Real de D. Manuel I e na Gafaria – hospital dos Lázaros – de Coimbra, (I•.Reforma hospitalar de Coimbra) um e outro ainda existentes como memória viva, malgrado o Hospital dos Lázaros esteja em ruínas e quase passa despercebida a sua enorme importância que perdurou desde o Século XIII até ao século XX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma Pombalina de 1772-1779 (2•. Reforma Hospitalar de Coimbra) tornou a fazer a fusão dos muitos hospitais que entretanto ao longo dos séculos XVI a XIX se foram construindo, dando origem aos Hospitais da Universidade de Coimbra. Martins Nunes em 2012-2017 (sob a égide de Pedro Passos Coelho e Paulo Macedo) procede à 3•. Reforma Hospitalar de Coimbra, fundindo 8 hospitais, constituindo o Centro hospitalar de Coimbra &#8211; CHUC.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>É no conhecimento da nossa história que se alicerça a matriz do nosso povo e de todos os que fazem de Coimbra a sua terra; É no orgulho do nosso passado como &#8220;terra&#8221; do conhecimento, que se funda história duma cidade que foi capital do reino e o princípio de muita da história de Portugal. Como um dia foi afirmado pelo Magnífico Reitor Prof. João Gabriel Silva &#8220;Coimbra é o princípio das coisas&#8221;</li></ul>
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		<title>Produtos, tráfico e rotas no Estado da Índia: 1501-1545</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 10:02:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se é verdade que os Portugueses dominaram a rota marítima entre a Ásia e a Europa durante as primeiras décadas de Quinhentos com relativa facilidade, ao contrário do que aconteceu com a América do Sul, encontraram no Índico uma rede comercial pré-estabelecida e bem organizada e a sua entrada nestes circuitos não se fez sem...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se é verdade que os Portugueses dominaram a rota marítima entre a Ásia e a Europa durante as primeiras décadas de Quinhentos com relativa facilidade, ao contrário do que aconteceu com a América do Sul, encontraram no Índico uma rede comercial pré-estabelecida e bem organizada e a sua entrada nestes circuitos não se fez sem resistência. Nos finais de Quatrocentos, a Ásia já conhecera a expansão chinesa até à África Oriental, o domínio da navegação árabe no Índico e as viagens dos javaneses até Madagáscar e, ainda que estes contactos já não se encontrassem na sua pujança máxima, persistia uma notável vitalidade das relações mercantis. Os Portugueses, portanto, estenderam o comércio marítimo por via directa da Europa à Ásia, mas não criaram o tráfico intra-asiático. A questão que se lhes punha a seguir era, em que é que consistia exactamente tal tráfico intra-asiático e porque é que haveria de lhes interessar, visto não ter sido esse o motivo pelo qual partiram de Lisboa em 1497.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tentarei analisar, ainda que sumariamente, a importância do conhecimento do tráfico intra-asiático e da sua aprendizagem para a consolidação da presença portuguesa no Índico e como a Coroa e os mercadores privados nele participaram, construindo progressivamente uma complexa rede de ligações marítimas de Moçambique às Molucas sob a tutela de Goa. Interessa-me descrever os vários arcos geográficos de comércio no Índico, como se procedia às trocas e como os portugueses se foram imiscuindo nesta complicada rede de tráficos.</p>
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		<title>A bordo dos Yachts Reais Portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 09:59:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Aspectos da vida a bordo e das mesas dos Yachts Reais Portugueses” (1878-1910) O Rei Dom Luís I, e seu filho Dom Carlos de Bragança tiveram seguramente, entre outras multifacetadas paixões, o mar e a mesa. Os destinos marítimos dos dois “Reis Marinheiros” foram muito marcados. Para dar azo ao seu grande afecto pelo Mar,...</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Aspectos da vida a bordo e das mesas dos Yachts Reais Portugueses” (1878-1910)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rei Dom Luís I, e seu filho Dom Carlos de Bragança tiveram seguramente, entre outras multifacetadas paixões, o mar e a mesa. Os destinos marítimos dos dois “Reis Marinheiros” foram muito marcados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar azo ao seu grande afecto pelo Mar, a Família Real Portuguesa adquiriu, a partir do final da década de 1870, toda uma panóplia de navios de recreio. Eram navios modernos e denotados pela classe e elegância do seu serviço, do seu conforto e da vivência a bordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a bordo dos seus navios, nomeadamente dos quatro últimos Yachts Reais “Amélia”, que o Rei Dom Carlos I conduziu a partir de 1896 as suas relevantes campanhas oceanográficas. Os navios serviam também para lazer (passeios e regatas), viagens da Família Real, mormente ao largo das costas de Portugal, mas também para a instrução dos Príncipes. Não pode, no entanto, ser menosprezado o importante papel desses navios na diplomacia naval e na representação de Portugal, na passagem do século XIX, para o século XX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida a bordo dos Yachts Reais foi sem dúvida marcada pelo conforto e pela modernidade. Por exemplo, do ponto de vista do serviço e do ponto de vista gastronómico e culinário, as ementas dos Yachts Reais Portugueses constituem preciosas fontes documentais sobre os refinados hábitos alimentares de finais do Século XIX e sobre os modernos usos e costumes da Família de Bragança, relativamente à mesa e à vida quotidiana, pública e privada nos seus navios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As colecções Museu de Marinha, do Arquivo Histórico da Marinha, do Museu do Mar Rei Dom Carlos I em Cascais e da Fundação Casa de Bragança (Palácio de Vila Viçosa) conservam documentos repletos de pormenores sobre os hábitos alimentares e do serviço a bordo dos Yachts Reais “Amélia” IV e “Amélia” V. Estas Instituições e vários colecionadores privados guardam nos seus espólios, belíssimos exemplares de ementas de bordo e de peças dos serviços de mesa e das baixelas dos navios. São documentos e objectos históricos que espelham a vivência a bordo e os hábitos em torno das mesas dos Yachts Reais Portugueses, em finais do século XIX, inícios do século XX, tradições e práticas de prestígio que marcam (ainda hoje) o serviço nas mesas da Armada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abordando este conjunto de temas fundamentados num capítulo do Livro” À Mesa com a Marinha. Tradição, Requinte e Modernidade” (a ser publicado em novembro de 2020), este Webinar ilustrado e pensado a partir de um PowerPoint, poderá vir ter alguma utilidade para perfazer o conhecimento de algumas peças do acervo do Museu de Marinha, nomeadamente que compõem a Sala das Camarinhas Reais (Yachts “Amelia”), e também certamente do Yacht Real “Sirius” em exposição no Pavilhão das Galeotas, magnifico navio histórico, hoje um pouco esquecido.</p>
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		<title>Vinho, como degustar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2020 11:45:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>«&#8221;Boa é a vida mas melhor é o vinho&#8221;, Fernando Pessoa Em tempos de algum desconforto, proponho-vos uma sessão remota sobre o maravilhoso mundo do vinho versando especificamente sobre os passos a seguir para degustar em pleno vinho. Para isso, vou guiar-vos pelos vossos 5 sentidos respondendo a 5&#160;perguntas:- O que vemos no vinho? &#8211;...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">«&#8221;Boa é a vida mas melhor é o vinho&#8221;, Fernando Pessoa</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos de algum desconforto, proponho-vos uma sessão remota sobre o maravilhoso mundo do vinho versando especificamente sobre os passos a seguir para degustar em pleno vinho. Para isso, vou guiar-vos pelos vossos 5 sentidos respondendo a 5&nbsp;<a href="perguntas:-">perguntas:-</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que vemos no vinho?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; É importante ouvir o vinho?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Por que [não] se deve tocar no vinho?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Cheiramos o vinho para detectar o quê?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Quais os sabores do vinho que a minha língua identifica?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma sessão que vos permitirá tirar maior proveito do vinho quando o beberem em família e com os amigos e, simultaneamente, que vos fará adquirir conhecimentos que poderão aplicar na vossa atividade de GIN.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esta sessão de aprendizagem lúdica, agradecia que tomassem nota do&nbsp;<a href="seguinte:N">seguinte:N</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">ão fumar, beber café, comer chocolate, lavar os dentes imediatamente antes da sessão.<br>Estar num espaço com luz natural ou com luz artificial proveniente de cima.<br>Ter por perto o equipamento necessário, a saber, vinho – idealmente 1 copo com vinho de mesa e 1 copo com vinho fortificado como Porto/Madeira/Moscatel, um guardanapo branco ou folha branca e boa disposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será um aperitivo antes do jantar 😊</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final concordarão com Roberto Louis Stevenson para quem &#8220;Wine is bottled poetry&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até sábado às 18 para brindarmos todos juntos!»</p>
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		<item>
		<title>Psicologia e Turismo</title>
		<link>https://agicportugal.com/formacao/psicologia-e-turismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=psicologia-e-turismo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2020 11:41:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de Psicologia é falar de comportamento humano. A nossa atividade é profundamente marcada pelas relações humanas e por isso a Psicologia tem tanto a dizer sobre o que fazemos. Na verdade, cada vez que me proponho falar sobre isso, os temas, os campos de aplicação ou as dimensões de análise que podemos tratar são...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Falar de Psicologia é falar de comportamento humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa atividade é profundamente marcada pelas relações humanas e por isso a Psicologia tem tanto a dizer sobre o que fazemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, cada vez que me proponho falar sobre isso, os temas, os campos de aplicação ou as dimensões de análise que podemos tratar são tantas que fico sem saber por onde começar&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Psicologia Clínica muito nos poderia ajudar a perceber de que forma a nossa própria personalidade tem profundas implicações no modo como encaramos a profissão, a vivemos com maior ou menor dificuldade ou a reconhecer, por exemplo, um cliente problemático e como lidar com ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Psicologia Social tem inúmeras contribuições para nós; estudos sobre liderança, gestão de expectativas e conflitos, a nossa própria organização do trabalho são alguns assuntos possíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Psicologia Ambiental tanto nos podia ajudar não só nas questões dos impactes do turismo ao nível das comunidades locais como nas estratégias para desenvolver um turismo mais sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Psicologia da Comunicação, a Psicologia da Educação&#8230; já perceberam, certo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que temos 40m para falar sobre isto, nesta primeira sessão proponho-me apresentar então os campos de aplicação mais estudados e sua utilidade para o que fazemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gostaria no final da sessão de reunir propostas sobre que temas vos interessa mais de modo a montar então pequenos workshops específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dia 20, próxima 2ªf, no Zoom. De Vila Nova de Gaia para todo o país&nbsp;😉</p>
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